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Roger Waters • 6 de Setembro de 1943 • Biografia

Músico, cantor e compositor inglês. É um dos fundadores da banda de rock Pink Floyd, na qual atuou como baixista e vocalista. Após sair do Pink Floyd, Waters embarcou numa carreira a solo, editando três álbuns e a trilha sonora de um filme. Em 2002 passou pelo Brasil, tocando nas cidades do Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo

Roger Waters


George Roger Waters (Surrey, 6 de setembro de 1943) é um músico, cantor e compositor inglês.

É um dos fundadores da banda de rock progressivo/ rock psicodélico Pink Floyd, na qual atuou como baixista e vocalista.

Após a saída de Syd Barrett do grupo, em 1968, Waters se tornou o letrista da banda, o principal compositor e o líder conceitual do grupo. Subsequentemente, a banda conquistaria sucesso internacional nos anos 70 com os álbuns conceituais The Dark Side of the Moon, Wish You Were Here, Animals e The Wall.

Ainda que seu instrumento primário no Pink Floyd tenha sido o baixo, ele também já experimentou sintetizadores e tape loops, além de tocar guitarra rítmica e violão em gravações e apresentações.

Alegando diferenças criativas com o grupo, Waters deixou o Pink Floyd em 1985, iniciando uma batalha legal com os membros restantes pelo direito futuro de usar o nome e o material do grupo.

A disputa encerrou-se em 1987 e levaram quase dezoito anos para que ele tocasse novamente com o Pink Floyd em 2005, no evento Live 8. Estima-se que, até o ano de 2010, o grupo tenha vendido mais de 200 milhões de álbuns ao redor do mundo, incluindo 75 milhões vendidos apenas nos Estados Unidos.

A carreira solo de Waters inclui três álbuns de estúdio: The Pros and Cons of Hitch Hiking (1984), Radio K.A.O.S. (1987) e Amused to Death (1992).

Em 1990, Waters produziu um dos maiores concertos de rock da história, The Wall — Live in Berlin, com um público estimado de duzentas mil pessoas.

Em 1996, ele foi induzido ao Hall da Fama do Rock and Roll, como membro do Pink Floyd.

Waters tem estado em turnê extensivamente desde 1999, tocando The Dark Side of the Moon integralmente em suas turnês mundiais de 2006 a 2008.

Em 2 de julho de 2005, ele reuniu os seus ex- parceiros de Pink Floyd Nick Mason, Richard Wright e David Gilmour para o Live 8, um concerto de caridade.

Pink Floyd – Reencontro.

Foi a primeira aparição do grupo com Waters desde a última performance deles, 24 anos antes.

Em 2010, ele iniciou a turnê The Wall Live, que inclui uma performance completa do álbum The Wall.

Durante essa turnê, Gilmour e Mason (os únicos remanescentes do Pink Floyd, dada a morte de Richard Wright), mais uma vez, se uniram à Waters, em 12 de maio de 2011, na O2 Arena, em Londres.

Tocou, com Gilmour, “Comfortably Numb“; Mason se juntou em “Outside the Wall”.

India, Harry, Roger e Jack Waters. Pai e filhos.

Waters se casou três vezes, tendo três filhos: Harry (1976), India (1978) e Jack Fletcher (1997).

Roger com a ex-esposa Lady Carolyne Christie, e os filhos, Harry e India.

Biografia


Em 6 de setembro de 1943, George Roger Waters, filho de Mary e Eric Fletcher Waters, nasceu em Surrey.

Seu pai prestou vários serviços a Inglaterra nos anos da Segunda Guerra Mundial, onde acabou morto como um dos oficiais enquanto Roger tinha cinco meses.

A morte de seu pai na guerra foi alvo de vários trabalhos futuros na carreira de Roger, principalmente em The Final Cut e The Wall. Posteriormente se mudou com sua mãe e seu irmão para Cambridge.

Em sua educação em Cambridge conheceu Syd Barrett, com quem futuramente junto de Nick Mason e Richard Wright fundou o Sigma 6, futuramente a banda de rock psicodélico Pink Floyd.

Após adulto ergueu grandes críticas negativas ao sistema educacional inglês, principalmente internatos, onde segundo ele os professores oprimiam os alunos e destacavam fraquezas, algo bem detalhado na ópera rock The Wall.

Tocando na maioria das vezes o contra-baixo no Pink Floyd, lançaram seu primeiro albúm: The Piper at the Gates of Dawn.

Com temas sugestivos, ficções sobre gnomos, e outros assuntos peculiares, alcançaram um sucesso inicial.

Syd Barrett

Após outro dos fundadores, Syd Barrett, ter abandonado o grupo devido a distúrbios psicológicos e psiquiátricos, causados, possivelmente por conta do abuso de drogas, no fim dos anos 60, Waters definiu a direção artística da banda.

Levou o Pink Floyd para o centro das atenções, produzindo uma série de álbuns que continuam entre os mais aclamados pela crítica e mais vendidos de todos os tempos.

Essa certa liderança porém sobre o quarteto, sempre de uma forma democrática, pelo menos até o The Wall.

Após a saída de Syd, no comando de Waters o quarteto de Cambridge formou alguns álbuns que mantiveram a banda nessa fase de transição de características, mas foi alcançar o seu grande auge com o The Dark Side of the Moon, em 1973.

Considerado por muitos um dos maiores álbuns da história, e um dos melhores do Pink Floyd (se não o melhor), esse iniciou a sequencia dos quatro álbuns de grande sucesso da banda.

Depois dele, Wish You Were Here, Animals e a ópera rock The Wall.

As grandes obras da banda inglesa se destacaram principalmente por suas abordagens filosóficas, questionantes, abordagens metafísicas, existencialistas, críticas principalmente políticas e o modo da raça humana de viver, sendo lideradas por Roger, e quase sempre, pessimistas.

Esses temas abordados levaram alguns críticos de décadas passadas usar sr. Sombrio, “o homem mais triste do rock“, e outros epítetos para descrever Waters, mas dentro do grupo era carismático e sorridente nas gravações.

Tinha dias que terminavam a gravação, saia do estúdio e ia assistir seu time jogar o Arsenal.

David Gilmour e Roger Waters.

A relação de Waters com David Gilmour foi-se tornando tensa nos finais dos anos 70, à medida que Waters ia exercendo cada vez mais o controle criativo sobre o grupo, o ego foi tomando conta de si e com isso foi acabando com a amizade entre os membros do Pink Floyd.

A última colaboração Waters/Gilmour, The Final Cut de 1983 foi creditada como sendo um trabalho de Waters, com música tocada pelos Pink Floyd (no verso da capa), a relação deles na época era terrível, os três gravavam separadamente em estúdios e horários opostos.

Waters deixou a banda, e o desacordo sobre a intenção de Gilmour continuar a usar o nome dos Pink Floyd levou-os à barra do tribunal.

Waters argumentava que tendo a banda sido criada por ele, Syd Barrett, Nick Mason, e Richard Wright, não havia razão para o grupo continuar a se chamar Pink Floyd, devido ao fato de contar apenas com um dos elementos originais, (Wright havia sido “demitido” da banda por Waters por conta de desentendimentos, antes da gravação de The Final Cut, retornando mais tarde quando a banda já estava sob o controle de Gilmour).

Outro dos argumentos de Waters era o fato de ser o autor da maior parte das letras das músicas dos Pink Floyd desde o abandono de Syd Barrett, o que deu mais fúria principalmente a David Gilmour.

Mesmo assim, Gilmour ganhou o direito de usar o nome dos Pink Floyd e a maioria das suas músicas, ficando Waters apenas com os direitos do álbum The Wall e de todas as suas músicas.

Roger Waters foi considerado o 22º melhor baixista do milênio, numa lista divulgada pela revista Guitar, há poucos anos.[1]

Carreira pós Pink Floyd


Após sair do Pink Floyd, Waters embarcou numa carreira a solo, editando três álbuns e a trilha sonora de um filme.

Em 1984 lançou The Pros and Cons of Hitch Hiking que já estava sendo preparado desde 1978, em 1987 lançou RADIO KAOS e por último o álbum Amused to Death de 1992.

Esses três porém não chegaram a se destacar como os da era Pink Floyd, um destaque um pouco maior foi Amused to Death.

Fora esses, Waters passou a maior parte dos anos 90 (16 anos de trabalho) a compor uma ópera de três atos chamada Ça Ira cujo lançamento ocorreu em 27 de setembro de 2005.

A obra tratava- se de representar a Revolução Francesa de uma forma musical, sendo apresentada em maio de 2013 no teatro municipal de São Paulo.

Campanha contra Donald Trump e o fascismo.

Após a destruição do Muro de Berlim em 1989, Waters produziu em 21 de julho de 1990 em Berlim um grande concerto de The Wall com fins de solidariedade e para comemorar o fim da divisão entre a Alemanha Oriental e a Alemanha Ocidental.

O concerto teve lugar na Potsdamer Platz um local que fazia parte da terra de ninguém do Muro de Berlim, foi considerado o maior concerto de rock e teve vários artistas convidados como: Bryan Adams, The Scorpions e Van MorrisonCindy LauperUte LemperJoni Mitchell entre outros.

Depois de um longo hiato, Waters voltou à estrada outra vez em 1999, tocando as suas músicas mais conhecidas do tempo do Pink Floyd juntamente com material da sua carreira a solo e uma música nova chamada “Each Small Candle”, tendo conseguido grande audiência.

Um dos shows da tour de 2000 foi gravado no DVD IN THE FLESH filmado em Portland, Oregon, Estados Unidos.

Em 2002 a tour continuou e em março passou pelo Brasil, tocando nas cidades do Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.

Neste ano Roger apresentou mais uma nova composição chamada “Flickering Flame”.

Roger Waters só voltou aos palcos em 2007/2008 com uma grande tour mundial que recebeu o nome de THE DARK SIDE OF THE MOON passando pelo Brasil com duas datas em março de 2007 no Rio de Janeiro e São Paulo.

Em The Dark Side of the Moon, Roger Waters apresentou ao público canções suas e do Pink Floyd.

O show era dividido em três momentos distintos:

Primeira parte

  1. In the Flesh
  2. Mother
  3. Set the Controls for the Heart of the Sun
  4. Shine On You Crazy Diamond (Partes II – V)
  5. Have a Cigar
  6. Wish You Were Here
  7. Southampton Dock
  8. The Fletcher Memorial Home
  9. Amused to Death
  10. Leaving Beirut
  11. Sheep

Segunda Parte (The Dark Side of the Moon)

  1. Speak to Me
  2. Breathe
  3. On the Run
  4. Time
  5. Breathe (Reprise)
  6. The Great Gig in the Sky
  7. Money
  8. Us and Them
  9. Any Colour You Like
  10. Brain Damage
  11. Eclipse

Bis

  1. The Happiest Days of Our Lives
  2. Another Brick in the Wall – Parte II
  3. Vera
  4. Bring the Boys Back Home
  5. Comfortably Numb

Em setembro de 2004 Waters publicou duas novas faixas: “To kill the child” e “Leaving Beirut” apenas para a internet; um CD single foi lançado apenas no Japão.

Ambas as faixas são inspiradas na invasão do Iraque pela Inglaterra e Estados Unidos em 2003.

A sua mensagem era clara em versos como: “Oh George! Oh George! That Texas education must have fucked you up when you were very small” (Leaving Beirut).

O pai de Waters, Eric Fletcher Waters, soldado dos Royal Fusiliers do Regimento de Londres, perdeu a vida na Segunda Guerra Mundial na campanha de Anzio (que é descrita em “When the tigers broke free”).

Esta perda é inspiração para não só este album solo mas para muitos dos outros trabalhos de Waters apresentando uma crítica negativa as guerras, na maioria dos pensamentos líricos de Waters ele descreve que a guerra afasta as pessoas, demonstrando poder desnecessário entre as nações. Waters foi um dos personagens firmes na Guerra das Malvinas, dando razão a Argentina contra seu pais a Inglaterra.

Em 2011, iniciou mais uma turnê mundial, chamada The Wall, um grande show elaborado que passou por diversos países e prosseguiu até 2012, incluindo shows no Brasil.

Roger Waters é defensor da causa palestina. Em 2012, ele regravou a canção “We Shall Overcome”, para protestar contra o bloqueio à Gaza.

No mesmo ano, Waters fez um grafite no muro em que Israel segrega o Estado Palestino com os dizeres: “We don’t need no thought control” (Não precisamos de controle mental).

Em outubro de 2016, Waters anunciou uma nova turnê para 2017 pela América do Norte.

A turnê “Us + Them” deve apresentar 44 show entre os Estados Unidos e o Canadá, tocando os maiores sucessos da carreira de Waters e do Pink Floyd. O nome da turnê deriva da música “Us and Them“, do álbum do Pink Floyd The Dark Side of the Moon. [2]

Em 16 de fevereiro de 2017, Roger Waters anunciou o lançamento de um novo álbum de inéditas.

Roger Waters no Brasil

Em 2002, Roger Waters passou pelo Brasil na sua tour “In The Flesh?”, fazendo quatro apresentações: uma no Rio de Janeiro, no Sambódromo em 9 de março; uma em Porto Alegre no Estádio Olímpico, no dia 12 de março; e duas apresentações em São Paulo no Estádio do Pacaembu, no dias 14 e 15 de março.

Em 2007, Roger Waters fez shows da tour The Dark Side Of The Moon em duas apresentações: uma no Rio de Janeiro, na Praça da apoteose em 23 de março; e outra em São Paulo, no Estádio do Morumbi, em 24 de março.

Em abril de 2008, Roger Waters voltou ao Brasil para apresentar sua ópera Ça-Ira, baseada na Revolução Francesa.

Com atores brasileiros e tocada pela orquestra Amazonas Filarmônica, ela foi representada no Teatro Amazonas na abertura do XII Festival Amazonas de Ópera, em Manaus, e supervisionada, durante toda a sua montagem, por Roger.

Jack, Roger e Harry Waters. Pai e filhos.

Em 2011, durante a sua turnê The Wall Live, ele mudou a letra da música Another Brick in the Wall em homenagem ao brasileiro Jean Charles de Menezes, assassinado em Londres por ter sido confundido com um terrorista.

O nome não-oficial dessa versão é “Another Brick in the Wall Part. 2 Reprise”.

Em abril de 2012, retornou ao Brasil para shows em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, onde se apresentou no dia 29 de Março, no Estádio Engenhão.

Em 2013, voltou ao Brasil para apresentar a ópera Ça Ira, em Mem São Paulo.

Álbuns solo de Roger Waters

CITAÇÃO

Roger Waters – Explicando ‘The Wall’


“Numa banda de rock, você está numa situação privilegiada. Você tem poder, muito dinheiro e glamour. Mas, é como estar em uma jaula. É esse tipo de descoberta e exorcismo, que está em The Wall.”

Roger Waters / Fonte: Citações.in

Roger Waters

George Roger Waters

(Surrey, 6 de setembro de 1943)

rogerwaters.com

17 de Setembro • Dia Hoje • Edição 2021

Dia da Compreensão Mundial e do Transportador de Carga ♥ Aniversário de Alvorada (RS) • Fernando Gabeira • Reinhold Messner • Buick • Agostinho Neto • Anne Bancroft • Marina Lima • Damon Hill • Fátima Bernardes • Negra Li ♦ FATOS • Constituição dos EUA • Universidade do Chile ♣ ÓBITOS • Carlos Lamarca • Karl Popper

Carolina Dieckmann • 16 de Setembro de 1978 • Biografia

Atriz brasileira. Interpretou diversos personagens no teatro, cinema e televisão. Em maio de 2012, fotos íntimas da atriz foram publicadas na Internet. Por causa deste caso, uma lei foi criada, tipificando os chamados delitos ou crimes informáticos. A lei entrou em vigor no dia 02 de abril de 2013 e ficou conhecida como Lei Carolina Dieckmann

Fernanda Torres • 15 de Setembro de 1965 • Biografia

Atriz, escritora, produtora e roteirista brasileira. Possui vários trabalhos de sucesso, no cinema, teatro e TV. Ganhou diversos prêmios de melhor atriz. Admirada por seus papéis cômicos na TV, Fernanda é sempre lembrada por seu personagem ‘Vani’ de ‘Os Normais’. É filha do casal de atores Fernando Torres e Fernanda Montenegro

Joana Fomm • 14 de Setembro de 1939 • Biografia

Atriz brasileira, nascida em Belo Horizonte, ainda bebê vai para o Rio de Janeiro. Estreou no cinema em 1962, em “O 5º Poder”. Estreou na Globo em 1977, na telenovela “Sem Lenço, Sem Documento”, e no papel da vilã Yolanda Pratini, em “Dancin’ Days”, Joana se tornou uma das atrizes mais requisitadas do Brasil

Laura Cardoso • 13 de Setembro de 1927 • Biografia

Atriz brasileira, pioneira da televisão no país. Atuou em teleteatros, séries e novelas desde a década de 1950, na extinta TV Tupi. Estreou em 1952 com Tribunal do Coração. É uma das atrizes mais premiadas, e considerada como uma das maiores do Brasil. É a recordista em número de participações em telenovelas

Jesse Owens • 12 de Setembro de 1913 • Biografia

Atleta e líder civil norte-americano. Se tornou mundialmente conhecido ao
ganhar quatro medalhas de ouro nos 100 e 200m rasos, no salto em distância e no revezamento 4x100m, nos Jogos Olímpicos de 1936, em Berlim, na Alemanha nazista. Depois, ensinou novas gerações, palestrou e participou da luta por direitos civis por toda vida

Taraji P. Henson • 11 de Setembro de 1970 • Biografia

Premiada atriz estadunidense, mais conhecida por seus papéis como Yvette em Baby Boy (2001), Cookie Lyon em Empire (2015-2020), Shug em Hustle & Flow (2005), Queenie em Benjamin Button (2008) pelo qual foi indicada ao Oscar Melhor Atriz Coadjuvante. Também teve grande destaque em Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures – 2016)

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