11 - NOVEMBRO BLOG DIA HOJE MESES

5 de Dezembro • Dia Hoje • Edição 2021

Dia do Solo, do Voluntário, de Maceió e do Médico de Família ♥ Aniversário de Carlos Marighella • Walt Disney • Lina Bo Bardi • Little Richard • José Carreras • Ângela Rô Rô • Carlos Nascimento • Leila Cordeiro • Danielle Winits ♦ ÓBITOS • Alexandre Dumas • Pedro II• Monet • Oscar Niemeyer • Nelson Mandela • Marília Pêra

DESTAQUES DO DIA

♥ NASCIMENTOS • Carlos Marighella • Carl Ferdinand Cori • Walt Disney • Lina Bo Bardi • Little Richard • José Carreras • Egberto Gismonti • Ângela Rô Rô • Oswaldo de Oliveira • Carlos Nascimento • Leila Cordeiro • Danielle Winits • Rafinha Bastos • Keri Hilson ♦ ÓBITOS • Alexandre Dumas • Pedro II do Brasil • Claude Monet • Oscar Niemeyer • Nelson Mandela • Marília Pêra

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Datas, fatos e os nascimentos mais importantes no Brasil e no Mundo, em todos os dias do ano, ilustrado com fotos e curiosidades.

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FONTE ► WIKIPÉDIA

NASCIMENTOS


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1901Walt DisneyWalter Elias Disney, conhecido como Walt Disney (Chicago, 5 de dezembro de 1901 — Los Angeles, 15 de dezembro de 1966), foi um produtor cinematográfico, cineasta, diretor, roteirista, dublador, animador, empreendedor, filantropo e cofundador da The Walt Disney Company. 

 
Tornou-se famoso por seu pioneirismo no ramo das animações com a Disney, tendo produzido o primeiro longa-metragem de animação, Branca de Neve e os Sete Anões (1937), e pelos seus personagens de desenho animado, como Mickey e Pato Donald.

1911Carlos Marighella, (Salvador, 5 de dezembro de 1911São Paulo, 4 de novembro de 1969) foi um político, escritor e guerrilheiro comunista marxista-leninista brasileiro.[1][2]

Um dos principais organizadores da luta armada contra a ditadura militar brasileira (1964–1985), Marighella chegou a ser considerado o inimigo “número um” do regime. Foi cofundador da Ação Libertadora Nacional, organização de caráter revolucionário.[3][4][5]

Em novembro de 1969 foi assassinado por agentes do DOPS em uma emboscada.[6][7]

DOCUMENTÁRIO • Marighella – Amado e Odiado • O filme conta com 32 depoimentos de personalidades diferentes sobre Marighella. Dentre elas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ator Lazaro Ramos e o rapper Mano Brown, do grupo Racionais Mc’s.
 
 
LANÇAMENTO 10 de agosto de 2012 (1h40min)
DIRIGIDO POR Isa Grinspum Ferraz
COM Lázaro Ramos
GÊNERO Documentário
NACIONALIDADE Brasil

 

Biografia

Carlos Marighella foi um dos sete filhos de uma família pobre de Salvador.

Seu pai era o imigrante italiano Augusto Marighella, operário metalúrgico, mecânico e ex-motorista de caminhão de lixo que chegara a São Paulo e se transladara à Bahia. Sua mãe era a baiana e ex-empregada doméstica Maria Rita do Nascimento, negra e filha livre de escravos africanos trazidos do Sudão (negros hauçás).[8] Nasceu em Salvador no dia 5 de dezembro de 1911, residindo na Rua do Desterro 9, Baixa do Sapateiro, onde concluiu o seu curso primário e o secundário.[9][10]

Augusto Marighella veio ao Brasil fazer companhia à sua mãe, que saíra da Itália para São Paulo depois de tornar-se viúva. Tendo sua mãe casado de novo, Augusto mudou-se para Salvador aos vinte e dois anos de idade, no dia 4 de novembro de 1907. Procurava trabalho como metalúrgico, mas se empregou como motorista e mecânico de caminhão de lixo. Conheceu Maria Rita em 1908, ainda como empregada doméstica, trabalhando para uma família francesa aos vinte anos de idade. Os pais de Carlos mudaram-se para uma casa na Rua da Fonte das Pedras, perto do dique do Tororó, onde sua mãe lhe dera à luz na madrugada de uma terça feira e, tempos mais tarde, à irmã de Carlos Marighella, Anita Marighella. Mudaram-se para Barão do Desterro cerca de três anos mais tarde, onde Augusto adquiriu uma oficina mecânica ao lado da nova casa e Carlos Marighella passaria toda a infância.[9]

Com incentivo do pai, Carlos Marighella se alfabetizara cedo, na idade de quatro anos. Seu pai fomentava a leitura de Carlos com livros nacionais e importados, sobretudo autores franceses. Chegou a reformar seu escritório a fim de servir para Carlos como sala de estudos. Inscreveu-se no primeiro ano em 1925 no colégio Carneiro Ribeiro, no Largo da Soledade, onde terminou o curso com treze anos e mudou-se para o Ginásio da Bahia, atual Colégio Central, na Avenida Joana Angélica. Lá ficou conhecido por responder uma prova de física em versos, exame que ficou exposto no colégio até a concretização do golpe de 64.[11][12]

Em 1934 abandonou o curso de engenharia civil da Escola Politécnica da Bahia para ingressar no PCB.[10][13] Tornou-se então, militante profissional do partido e se mudou para o Rio de Janeiro, trabalhando na reorganização do PCB.[7]

Conheceu a prisão pela primeira vez em 1932, após escrever um poema contendo críticas ao interventor Juracy Magalhães.[14] Libertado, prosseguiria no ativismo político, interrompendo os estudos universitários no terceiro ano, em 1934, quando deslocou-se para o Rio de Janeiro.[10]

Em 1º de maio de 1936, foi preso por subversão e torturado pela polícia subordinada a Filinto Müller[9]. Permaneceu encarcerado por um ano. Foi solto pela “macedada” (nome da medida tomada pelo ministro da Justiça José Carlos de Macedo Soares, que libertou os presos políticos sem condenação). Ao sair da prisão entrou para a clandestinidade, sendo recapturado em 1939 e novamente torturado, permanecendo na prisão até 1945, quando foi beneficiado com a anistia do processo de redemocratização do país.[10]

Elegeu-se deputado federal constituinte pelo PCB baiano em 1946.[10] Nesse período teve um breve relacionamento com Elza Sento Sé, operária da Light, com quem teve um filho, Carlos Augusto Marighella, nascido a 22 de maio de 1948 no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, Marighella voltou a perder o mandato, em virtude da nova proscrição do partido. Voltou para a clandestinidade e ocupou diversos cargos na direção partidária. Convidado pelo Comitê Central do Partido Comunista da China, passou os anos de 1953 e 1954 naquele país, a fim de conhecer de perto a então recente revolução comunista chinesa.[15] Em março de 1964, ajudou a redigir o discurso proferido pelo marinheiro José Anselmo dos Santos, o “cabo Anselmo”, durante a Revolta dos Marinheiros.[16] Em maio, após o golpe militar, foi baleado e preso por agentes do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) dentro de um cinema, no Rio. Libertado em 1965 por decisão judicial, no ano seguinte optou pela luta armada contra a ditadura, escrevendo A Crise Brasileira. Em dezembro de 1966, renunciou à Comissão Executiva Nacional do PCB. Em agosto de 1967, participou da I Conferência da Organização Latino-Americana de Solidariedade (OLAS), realizada em Havana, Cuba, a despeito da orientação contrária do PCB. Aproveitando a estada em Havana, redigiu Algumas Questões Sobre a Guerrilha no Brasil, dedicado à memória do guerrilheiro Che Guevara e tornado público pelo Jornal do Brasil em 5 de setembro de 1968. Foi expulso do partido em 1967 e em fevereiro de 1968 fundou o grupo armado Ação Libertadora Nacional (ALN), que no ano seguinte participaria do sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick, em uma ação conjunta com o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8).[15]

A ALN continuou em atividade até o ano de 1974 e teve no seu comando Joaquim Câmara Ferreira, como sucessor de Marighella. Câmara Ferreira também foi morto por Fleury no ano seguinte. Os militantes mais atuantes em São Paulo eram Yuri Xavier Ferreira, Ana Maria Nacinovic Correa, Marco Antonio Valmont e Gian Mercer, que continuaram fazendo panfletagem contra a ditadura, até meados de 1972, quando também foram mortos numa emboscada no bairro paulistano da Mooca, ao saírem do restaurante Varela. Dezoito de seus militantes foram mortos e cinco foram considerados desaparecidos. O último líder da ALN foi Carlos Eugênio Paz, que sobreviveu auto exilando-se na França, voltando ao Brasil após a anistia.[carece de fontes?]

Obra

 

Poesias

Marighella escrevia poesias e, aos 21 anos, durante as aulas de engenharia divertia professores e colegas fazendo provas em verso. Da mesma forma, compôs em versos ataques ao interventor baiano Juracy Magalhães, fato que lhe valeu sua primeira prisão, seguida de tortura, em 1932. Ainda na prisão, desta feita em 1939,[nota 1] ele compôs o poema “Liberdade”:[27]

“(…)E que eu por ti, se torturado for, possa feliz, indiferente à dor, morrer sorrindo a murmurar teu nome.”.[28]

Sua obra poética está reunida no livro Rondó da Liberdade.

Minimanual do Guerrilheiro Urbano

Uma das mais divulgadas obras de Marighella, o Minimanual do Guerrilheiro Urbano foi escrito em junho de 1969, para servir de orientação aos movimentos revolucionários.[29] Circulou em versões mimeografadas e fotocopiadas, algumas diferentes entre si, sem que se possa apontar qual é a original. Nesta obra, detalhou táticas de guerrilha urbana a serem empregadas nas lutas contra governos ditatoriais.[carece de fontes?]

A crise brasileira

Trabalho teórico no qual analisa a conjuntura nacional a partir da estrutura de classes do Brasil e critica o PCB por resguardar-se de qualquer atividade consequente, acomodado na ideia de um processo eleitoral limpo, e, ao mesmo tempo, refratário ao divórcio da chamada “burguesia”.[carece de fontes?]

Outros escritos políticos

Alguns escritos políticos de Marighella, embora redigidos por ele em português, ganharam primeiro uma edição em outra língua, devido à censura imposta a obras do gênero pelo regime militar brasileiro. É o caso de Pela Libertação do Brasil, que, em 1970, ganhou uma versão na França financiada por grupos marxistas.

Estão disponíveis em português: Alguns Aspectos da Renda da Terra no Brasil (1958), Algumas Questões Sobre as Guerrilhas no Brasil (1967) e Chamamento ao Povo Brasileiro (1968).

Na mídia

 

Filmes

Carlos Marighella e Seu Jorge, que o interpretou no filme de Wagner Moura

 

Músicas


▒ MAIS NASCIMENTOS

EVENTOS HISTÓRICOS


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  • 1976Invasão Corintiana no Maracanã – mais de 70 mil torcedores corintianos chegam ao Rio de Janeiro para assistir à vitória do Corinthians sobre o Fluminense nos pênaltis, pelas semifinais do campeonato brasileiro.


FALECIMENTOS

FERIADOS e EVENTOS CÍCLICOS

▒ TRAGÉDIAS da HUMANIDADE

Dia da Caridade • 19 de Julho

“Todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: Fora da caridade não há salvação.” — Allan Kardec • “Fora da caridade, ou seja, fora do amor não há salvação. A caridade é o processo de somar alegrias, diminuir males, multiplicar esperanças e dividir a felicidade.” — Chico Xavier • “Nunca há excesso na caridade.” — Francis Bacon

Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial • 71 Anos

A data celebra a aprovação da primeira lei brasileira contra o preconceito racial. A Lei 1.390, de 1951, ficou conhecida como Lei Afonso Arinos, por causa do jurista e político mineiro, autor da proposta. É a primeira lei contra o racismo no Brasil, que estabelecia como contravenção penal, a prática de preconceito por raça ou cor.

5 de Dezembro – Acontecimentos do Dia

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19 de Julho • Dia Hoje • Edição 2022

Dia da Caridade ♦ CIDADE • Cristópolis (BA) 60 Anos ♥ Aniversário de Brian May 75 Anos • Benedict Cumberbatch • Jared Padalecki • Gislaine Ferreira • Marisol Ribeiro • Edgar Degas • Percy Spencer • Herbert Marcuse • Ricardo Corte Real • Anthony Edwards ♣ ÓBITOS • Clementina de Jesus • Dercy Gonçalves • Rubem Alves • James Garner

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