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A Humildade em Pessoa • Francisco de Assis • 840 Anos

A biografia e as ideias deixadas em frases e citações daquele que ficou conhecido como São Francisco de Assis. As explicações dos principais freis franciscanos sobre a atribuição da "Oração pela Paz" a Francisco, e sua trajetória desde que apareceu pela primeira vez, em 1913 numa pequena revista da Normandia, França.

A biografia e as ideias deixadas em frases e citações daquele que ficou conhecido como São Francisco de Assis.

As explicações dos principais freis franciscanos sobre a atribuição da “Oração pela Paz” a Francisco, e sua trajetória desde que apareceu pela primeira vez, em 1913 numa pequena revista da Normandia, França.

Francisco de Assis

840 Anos

Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho de 1182 [1] — 3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália.

Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo.

 

Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo costumavam fixar-se em mosteiros, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo.

Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação num tempo em que o mundo era visto como essencialmente mau, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos.

Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.[2]

Dante Alighieri disse que ele foi uma “luz que brilhou sobre o mundo”, e para muitos ele foi a maior figura do Cristianismo desde Jesus, mas a despeito do enorme prestígio de que ele desfruta até os dias de hoje nos círculos cristãos, que fez sua vida e mensagem serem envoltas em copiosa  e darem origem a inumeráveis representações na arte, a pesquisa acadêmica moderna sugere que ainda há muito por elucidar quanto aos aspectos políticos de sua atuação, e que devem ser mais exploradas as conexões desses aspectos com o seu misticismo pessoal.

Sua vida é reconstituída a partir de biografias escritas pouco após sua morte mas, segundo alguns estudiosos, essas fontes primitivas ainda estão à espera de edições críticas mais profundas e completas, pois apresentam contradições factuais e tendem a fazer uma apologia de seu caráter e obras; assim, deveriam ser analisadas sob uma óptica mais científica e mais isenta de apreciações emocionais do que tem ocorrido até agora, a fim de que sua verdadeira estatura como figura histórica e social, e não apenas religiosa, se esclareça.

Casa onde Francisco nasceu, Assis.

De qualquer forma, sua posição como um dos grandes santos da Cristandade se firmou enquanto ele ainda era vivo, e permanece inabalada.

Foi canonizado pela Igreja Católica menos de dois anos após falecer, em 1228, e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.[3]

Anos finais e morte

Seus anos finais foram passados em tranquilidade interior, quando, segundo seus biógrafos primitivos, seu amor e compaixão por todas as criaturas fluíam abundantes, ao mesmo tempo que ele experimentava repetidas visões e êxtases místicos, fazia outros milagres, continuava a percorrer a região em pregações, e multidões acorriam para vê- lo e tocá-lo.

No Natal de 1223 foi convidado pelo senhor de Greccio para celebrar a festa numa gruta com pastores e animais, desejando recriar o nascimento de Cristo em Belém, sendo a origem da tradição dos presépios.

No cinema foi protagonista em:

Sua aparência

Segundo a descrição deixada por Tomás de Celano, a aparência física de Francisco era extremamente agradável, e sua face refletia a inocência de sua vida, a pureza de seu coração e o ardor do fogo divino que o consumia.

Era de estatura um pouco abaixo da média, cabeça proporcionada e redonda, com a face alongada e nariz reto e fino, pescoço esguio, testa plana e curta, olhos negros e límpidos, cabelos castanhos, orelhas pequenas.

Sua voz era forte, doce, clara e sonora; os dentes eram unidos, alinhados e brancos, os lábios pequenos e delgados, a barba era preta e um tanto rala; seus ombros eram direitos, os braços curtos, as mãos delicadas com dedos longos, as pernas delgadas, pés pequenos, pele fina e sempre muito magro.[24]

Sua visão de si mesmo era, porém, oposta: descrevia-se como um “franguinho preto”, e o retrato pintado no Fioretti segue a mesma linha, mostrando- o como um homem miúdo de aspecto muito desprezível e vil e que por esse motivo nunca conseguia muitas esmolas entre gentes que não o conheciam.

Este retrato, de autor anônimo, é considerado, sem certeza, uma cópia do século XIV do único retrato que teria sido feito ainda em vida do santo, por encomenda de Jacopa de’ Settesoli. Está conservado em Greccio.

CITAÇÃO

Francisco de Assis – Contatos além do mundo físico

“Por que vieste aqui, irmão cordeirinho?

Diz-me: viste ou ouviste alguma coisa?”

Francisco de Assis respondendo à cara de espanto de seu irmão de fé, Leo. Segundo relata a coletânea ‘I Fioretti di San Francesco’, o Irmão Leo o viu levar a mão ao peito e parecer tirar algo de lá e oferecê-la a uma língua de fogo que descera sobre ele. / Fonte: Wikiwand.

Francisco de Assis

Giovanni di Pietro di Bernardone

(Assis, 5 de julho de 1182 [1] — 3 de outubro de 1226)

840 Anos

CONHEÇA A HISTÓRIA

A “Oração pela Paz” atribuída a São Francisco

Por Frei Adelino G. Pilonetto, OFM Cap

Fonte: Franciscanos.org.br

Nós gostamos de rezá-la e, certamente, Francisco aprecia que a rezemos.

Entretanto, a mencionada oração não é de São Francisco, é apenas atribuída a ele.

Nem se trata de uma oração tão antiga, embora sejam antigas as suas raízes. Foi certamente atraídos por sua simplicidade, pertinência e beleza que os franciscanos se afeiçoaram a ela e, inadvertidamente, a adotaram como própria. Por razões semelhantes, ela foi atribuída a São Francisco de Assis. Quanto ao modo como isso aconteceu, é o que veremos a seguir, adiantando, porém, que não é grande coisa o que sabemos a respeito desse apócrifo, tão célebre quanto misterioso (2).

1. Como surgiu essa oração

Parece que surgiu pouco antes da Primeira Guerra Mundial. Suas origens são obscuras, seu autor é desconhecido, e parece que poucos lhe deram importância logo ao aparecer. “A Oração da Paz apareceu pela primeira vez em 1913 numa pequena revista local da Normandia, na França. Vinha sem referência de autor, transcrita de uma outra revista tão insignificante, que nem deixou sinal na história, pois não foi encontrada em nenhum arquivo da França” (3).

A Oração pela paz, entretanto, ganhou notoriedade depois que foi publicada no Osservatore Romano, em 20 de janeiro de 1916 e, alguns dias depois, em 28 de janeiro do mesmo ano, no conhecido diário católico francês La Croix. Em 1917, foi divulgada com um título chamativo: “Oração para uso dos que querem colaborar na preparação de um mundo melhor” (4).

Quem a enviou ao Papa Bento XV, juntamente com outras orações pela paz, foi o Marquês de la Rochetulon, fundador do semanário católico Souvenir Normand. Nessa época, em toda parte faziam-se orações instantes pela paz, uma vez que a Europa inteira debatia-se com os fantasmas medonhos da Primeira Guerra Mundial (1914-1918).

Pelos termos de agradecimento que o Cardeal Gasparri enviou, em nome do Papa, ao Marquês de Ia Rochetulon, soube-se que aquelas orações, inclusive a que seria depois atribuída a São Francisco, eram todas dirigidas ao Sagrado Coração de Jesus, uma devoção que vinha se expandindo com muito fervor desde o final do século XIX e com a qual “se pretendia resgatar uma dimensão esquecida no cristianismo tradicional: a riqueza da santa humanidade de Jesus, de seu amor incondicional, de sua misericórdia, de seu enternecimento para com todos, especialmente para com os pobres e os pecadores, as crianças e as mulheres”. (5 )

A partir desse contexto, a Oração pela Paz ganhou asas e correu mundo, recebendo acolhida entusiasta de cristãos e mesmo de seguidores de outras religiões, que nela encontravam a expressão inspirada de ancestrais desejos de união e de paz.

2. Como foi atribuída a São Francisco

Temos algumas pistas que indicam como foi que essa oração anônima chegou a encontrar em São Francisco de Assis um pai adotivo e suposto autor. Não se trata de falsificação fraudulenta e sim de uma casualidade histórica, que, entretanto, contribuiu para tornar manifesta uma notável afinidade existente entre a Oração pela Paz e a espiritualidade franciscana.

Um primeiro passo se deu em torno de 1913, quando a oração foi estampada no verso de um pôster devocional que trazia a figura de São Francisco de Assis. O texto tinha simplesmente como título: “Oração pela Paz”. Tempos depois, por volta de 1936, um pôster semelhante foi publicado em Londres com a mesma oração, traduzida em inglês, no verso. Desta vez, porém, ela foi atribuída diretamente ao santo representado na gravura, e recebeu como título: “Uma Oração de São Francisco”. Com isto firmou ainda mais sua popularidade. Outro passo foi quando o senador americano Tom Connally leu a oração, atribuída a São Francisco, na Conferência da ONU, em 1945. Note-se que em todas as outras edições anteriores, o texto é anônimo, mesmo em revistas franciscanas, inclusive no ano do VII Centenário de São Francisco, em 1926. (6)


Leonardo Boff conta um episódio semelhante, ocorrido pouco depois da publicação da Oração pela Paz em Roma.

Um franciscano que visitava a Ordem Terceira Secular de Reims, na França, mandou imprimir um cartão tendo de um lado a figura de São Francisco com a regra da Ordem Franciscana Secular na mão e, do outro, a Oração pela Paz com a indicação da fonte: Souvenir Normand. No final, uma pequena frase dizia: “essa oração resume os ideais franciscanos e, ao mesmo tempo, representa uma resposta às urgências de nosso tempo”. Essa pequena frase, comenta L. Boff, permitiu que a oração deixasse de ser apenas Oração pela Paz para ser também conhecida como Oração de São Francisco, ou Oração da Paz de São Francisco de Assis.

“Assim, essa oração passou a ser, simultaneamente, um resumo da devoção ao Sagrado Coração de Jesus e da espiritualidade franciscana” (7).

Pois há um parentesco entre a Oração pela Paz e a espiritualidade franciscana, permitindo que uma se reconheça no espelho da outra. Talvez, L. Boff exagere na fundamentação desse parentesco:

“Existe uma espiritualidade franciscana difusa no espírito de nosso tempo, nascida da experiência de Francisco, de Clara e de seus companheiros. (…) A Oração pela Paz, também chamada Oração de São Francisco, constitui uma das cristalizações desta espiritualidade difusa. Ela não provém diretamente da pena do Francisco histórico, mas da espiritualidade do São Francisco da fé. Ele é seu pai espiritual e por isso seu autor no sentido mais profundo e abrangente da palavra. Sem ele, com certeza, essa Oração pela Paz jamais teria sido formulada nem divulgada e muito menos teria se imposto como uma das orações mais ecumênicas hoje existentes. Ela é rezada pelos fiéis de todos os credos e por professantes de todos os caminhos espirituais” (8).

3. O conteúdo dessa oração

Além do alto teor evangélico da oração, os estudiosos identificam nela ressonâncias de temas clássicos da espiritualidade medieval, especialmente agostiniana, haja vista, as obras de misericórdia espiritual, o esquema do combate aos vícios e as virtudes. As expressões repetitivas lembram João Fécamp, um autor muito próximo da literatura franciscana dos primórdios. A segunda parte da oração apresenta semelhanças de estilo com os ditos de Frei Egídio, companheiro de São Francisco (9), e com a Admoestação 27 do próprio Santo. Esta começa dizendo: “Onde há amor .. não há temor; onde há paciência e humildade, não há ira e perturbação, etc.”

A semelhança com os Ditos do Beato Egídio é maior:

“Bem-aventurado aquele que ama sem desejar ser amado.

Bem-aventurado aquele que venera sem querer ser venerado.

Bem-aventurado aquele que serve sem querer ser servido.

Bem-aventurado aquele que trata bem os outros sem desejar ser bem tratado” (10)

Conclusão

Ao concluir queremos ressaltar duas constatações. A primeira é que a “Oração pela Paz” não é de São Francisco de Assis e, portanto, não convém que continuemos a designá-la como “Oração de São Francisco”, pelo simples fato de que ela não é. A segunda é que essa oração está impregnada de espírito franciscano, tendo tudo a ver com nossa espiritualidade e carisma. Convém, pois, que a tenhamos em alto apreço, a rezemos e divulguemos, em razão de tudo o que ela é: uma oração simples e inspirada, com sabor ecumênico e de grande beleza, que nasce do coração e fala ao coração, em perfeita consonância com o Evangelho – o qual, por sua vez, “é a nossa regra”. Aliás, é próprio do espírito franciscano alegrar-se reconhecendo e admirando o bem, onde quer que ele se encontre: nos irmãos, nos escritos de um pagão, ou nos costumes dos sarracenos. Aqui nos alegramos com uma oração bonita, nascida fora de nossa família, mas não fora do sopro do Espírito.


1. K. ESSER. Gli Scritti di S. Francesco d’Assisi: nuova edizione critica. Edizioni Messaggero, Padova, 1982, 72.

2. D.VORREUX apresenta uma nota crítica em: François d’Assise. Écrits (“Sources Chrétiennes”, n° 285). Introdução e notas de Th. DESBONNETS, J. F. GODET, Th. MATURA e D. VORREUX. Paris: Les Éditions du Ccrf, 1981, 403-404.

3. L. BOFF. A Oração de São Francisco: uma mensagem de paz para o mundo atual. Rio de Janeiro: Sextante, 1999, 16. Seguiremos de perto este livro.

4. L. IRIARTE. Vocação Franciscana. Petrópolis: Vozes, 1976, 187-188, nota 31.

5. L. BOFF, Op. cit. 17.

6. D. VORREUX . Op. cit. 403.

7. L. BOFF. 19.

8. L. BOFF, 12-13.

9. D. VORREUX . Op. cit 403.

10. Ditos do Beato Egídio, 1, em: Fontes Franciscanas e Clarianas. Petrópolis: Vozes, 2004, 1635. Cr. L. Boff, op.cit. 20-21.

Texto publicado na “Revista Franciscana”, FFB, Volume 5, 2005

CITAÇÕES

  • “Meu Deus é meu tudo.”
  • “Irmãos comecemos, pois até agora pouco ou nada fizemos.”
  • “Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem. Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida.”
  • “Comece por fazer o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, estará a fazer o impossível.”
  • “Enche-se de felicidade aquele que vê, sem inveja, a felicidade dos outros.”
  • “Devemos aceitar com serenidade as coisas que não podemos modificar, ter coragem para modificar as que podemos e sabedoria para perceber a diferença.”
  • “O céu é que sustenta a Terra.”
  • “O que era amargo tornou-se doce.”
  • “Um único raio de sol é suficiente para afastar muitas sombras.”
  • “Porque os anjos têm asas como as aves.
    Porque os homens têm pêlos como os bichos.
    E todos nós temos alma como Deus!”

Perché gli angeli hanno le ali come gli uccelli./Perché gli uomini hanno i capelli come animali./E noi tutti abbiamo l’anima come Dio![Autore sconosciuto]

  • “Toda a forma de vida é uma manifestação de Deus e está sob os nossos cuidados. Proteja o que é seu – sua fauna sua flora. As plantas e os animais embelezam a terra. São úteis ao homem e representam a riqueza da Pátria. Nunca se deve mutilar, destruir ou deixar que destruam estes bens. Vamos amar nossos animais domésticos. Vamos dar aos selvagens a paz que eles têm direito. Permitamos que enfeitem nossas florestas. Vamos amar os pássaros puros e belos, cantando nas ramagens, voando alegres no espaço ilimitado, como verdadeiros símbolos de liberdade!”
  • “Não te envergonhes se, às vezes, animais estejam mais próximos de ti do que pessoas. Eles também são teus irmãos.”
  • “Irmão Antônio, tu tens muito estudo. Mas jamais te esqueças da oração…”
  • “Aprendamos com as pedras…”
  • “Amai-o com ele é.”
  • “É, pois uma grande vergonha para nós outros servos de Deus, terem os santos praticados tais obras, e nós querermos receber honra e glória somente por contar e pregar os que eles fizeram.”
  • “O homem deveria tremer, o mundo deveria vibrar, o Céu inteiro deveria comover-se profundamente quando o Filho de Deus aparece sobre o altar nas mãos do sacerdote.”
  • “O que você tem a temer? Nada. Quem você precisa temer? Ninguém. Por quê? Porque aqueles que se unem a Deus obtêm três grandes privilégios: onipotência sem poder, embriaguez sem vinho e vida sem morte.”
  • “Já foi o tempo em que acreditei em palavras.”
  • “Um ser humano vale o que ele é aos olhos de Deus e nada mais.”
  • “… doravante não direi mais pai Bernardone, mas Pai nosso que estás no céu…”
– Saindo da Matrix [1]
  • “Não há nada a temer que morram de fome os filhos e herdeiros do Rei dos céus, os quais, nascidos por virtude do Espírito Santo, à imagem de Cristo Rei, de uma mãe pobre, serão gerados pelo espírito da pobreza numa religião sumamente pobre. Pois se o Rei dos céus promete a seus seguidores a posse de um reino eterno, quanto mais seguros podemos estar de que lhes dará também todas aquelas coisas que comumente não nega nem aos bons nem aos maus!”
– Saindo da Matrix [2]
  • “Que a paz de Deus esteja com você.”
– Frase com que Francisco começava suas pregações.
– Saindo da Matrix [3]
  • “Meus irmãos pássaros, vocês devem muito a Deus, por isso devem sempre e em todo lugar dar seu louvor a Ele; porque Ele lhe deu liberdade para voar pelo céu e Ele o vestiu. Vocês nem semeiam nem colhem, e Deus os alimenta e lhes dá rios e fontes para sua sede, montanhas e vales para abrigo e árvores altas para seus ninhos. E embora vocês nem saibam como tecer, Deus os veste e a suas crianças, pois o Criador os ama grandemente e o abençoa abundantemente. Então, semprem busquem louvar a Deus.”
– Saindo da Matrix [4]
  • “Irmão lobo, você prejudica a muitos nestas paragens e faz um grande mal. Todas estas pessoas o acusam e o amaldiçoam. Mas, irmão lobo, eu gostaria de fazer a paz entre você e essas pessoas.”
– Falando com o ameaçador lobo de Gubbio.
– Saindo da Matrix [5]

FONTES

Franciscanos.org.br

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