“Conhecer aquilo que dele estava escondido é, para o homem, a embriaguez, a perda da honra e de si mesmo.” – Sidonie Colette


SidonieGabrielleColette

Sidonie Gabrielle Colette

(28 de janeiro de 1873 – 3 de agosto de 1954) foi uma escritora francesa.

Possuía uma enorme colecção de objectos de Art Nouveau, e mantinha um salão literário.

Em sua obra “Chéri”, publicada em 1920, escreve sobre o relacionamento de uma mulher madura com um homem 24 anos mais novo.


Citações

  • “Até que é bom as crianças, ocasionalmente e com polidez, colocarem os pais no seu lugar”.
– It is no bad thing that children should occasionally, and politely, put parents in their proper place.

– “My mother’s house” – página 30, Colette – Secker & Warburg, 1969 – 219 páginas
  • “Nossos companheiros perfeitos nunca têm menos de quatro patas.”
– Nos compagnons parfaits n’ont jamais moins de quatre pattes.

– “Sammlung” – página 240, Colette, Claude Pichois, Roberte Forbin – Flammarion, 1973 – 454 páginas
  • “É aconselhável aplicar o óleo refinado da cortesia para os mecanismos da amizade.”
– It is wise to apply the oil of refined politeness to the mechanisms of friendship.

– “Earthly Paradise” – página 412, Colette – Farrar, Straus & Giroux, 1970, ISBN 0374634009, 9780374634001 – 505 páginas
  • “Se você está lidando com um animal ou uma criança, convencer é enfraquecer.”
– Qu’il s’agisse d’une bête ou d’un enfant, convaincre c’est affaiblir

– “Œuvres complètes: Volume 9” – página 125, Colette – Le Fleuron, se vend chez Flammarion, 1948
  • “Nunca toque em uma asa de borboleta com seu dedo.”
– Never touch a butterfly’s wing with your finger.

– “Break of day: a novel” – página 23, Colette – Farrar, Straus and Cudahy, 1961 – 143 páginas
  • “Quando ela levanta as pálpebras é como se ela tirasse todas as suas roupas.”
– When she raises her eyelids it’s as if she were taking off her clothes

– “Claudine and Annie” – página 42, Colette – Penguin, 1972 – 159 páginas
  • “Eu amo o meu passado. Eu amo o meu presente. Eu não estou envergonhada do que eu tinha, e eu não estou tristepelo que eu não tenho mais.”
– I love my past. I love my present. I’m not ashamed of what I’ve had, and I’m not sad because I have it no longer.

– “Seven” – página 219, Colette – Farrar, Straus and Cudahy, 1955
  • “Meus amigos verdadeiros que sempre me dão essa suprema prova de devoção, uma aversão espontânea ao homem que eu amava.”
– My true friends have always given me that supreme proof of their attachment: a spontaneous aversion to the man I loved.

– “A lesson in love” – página 13, Colette – Farrar & Rinehart, incorporated, 1932 – 237 páginas
  • “Nós só fazemos as coisas que gostamos de fazer.”
– We only do well the things we like doing

– “Earthly Paradise” – página 281, Colette – Farrar, Straus & Giroux, 1970, ISBN 0374634009, 9780374634001 – 505 páginas
  • “Você não nota as alterações que aconteceram antes de você.”
– You do not notice changes in what is always before you.

– “My apprenticeships [and] Music-hall sidelights” – página 65, Colette – Penguin, 1967 – 218 páginas
  • “O verdadeiro viajante é ele quem vai a pé e, mesmo assim, ele senta-se grande parte do tempo.”
– The true traveler is he who goes on foot, and even then, he sits down a lot of the time

– “Earthly Paradise” – página 4444, Colette – Farrar, Straus & Giroux, 1970, ISBN 0374634009, 9780374634001 – 505 páginas
  • “Para um poeta, o silêncio é uma resposta aceitável, até mesmo um elogio.”
– To a poet, silence is an acceptable response, even a flattering one.

– “Earthly Paradise” – página 443, Colette – Farrar, Straus & Giroux, 1970, ISBN 0374634009, 9780374634001 – 505 páginas
  • “Total ausência de humor torna a vida impossível.”
– Total absence of humor renders life impossible.

– “Colette of the Academy Goncourt” – página 270, Colette – Farrar, Straus & Young, 1952 – 315 páginas
  • “Você irá fazer coisas idiotas, mas irá fazê-las com entusiasmo.”
– You will do foolish things, but do them with enthusiasm.

– New York World-Telegram and Sun (1961)


Atribuídas

  • “Que encantamento fazer amizade com alguém que você desprezava.”
– Fonte: Revista Caras, edição 679, de Novembro de 2006.
  • “Conhecer aquilo que dele estava escondido é, para o homem, a embriaguez, a honra e a perda de si próprio”.
– Connaître ce qui lui était caché, c’est la griserie, l’honneur et la perte de l’homme.

– citado em “Le dictionnaire des citations du monde entier”, Karl Petit – Gérard, 1960 – 478 páginas
  • “Ser feliz. É a única maneira de ser sábio.”
– Be happy. It’s one way of being wise.

– citado em “Worldwide Laws of Life: 200 Eternal Spiritual Principles” – Página 154, John Marks Templeton – Templeton Foundation Press, 1998, ISBN 1890151157, 9781890151157 – 528 páginas
  • “Creio que o mais urgente e incomparável desperdício de tempo é o que chamamos de sofrimento.”
– I believe that there are more urgent and honorable occupations than that incomparable waste of time we call suffering.

– citado em “Recovering, a journal” – página 7, May Sarton – G.K. Hall, 1981, ISBN 0816131880, 9780816131884 – 351 páginas
  • “Sente-se e bote pra fora tudo o que vem em sua cabeça, você é um escritor. Mas um autor é aquele que pode julgar o seu próprio material de valor, sem piedade, e destruir a maior parte dele.”
– Put down everything that comes into your head and then you’re a writer. But an author is one who can judge his own stuff’s worth, without pity, and destroy most of it.

– citado em “Casual change” – página 115, Alan Houghton Brodrick – Hutchinson, 1961 – 224 páginas
  • “Os defeitos dos maridos muitas vezes são causados pelo excesso de virtudes de suas esposas.”
– The faults of husbands are often caused by the excess virtues of their wives

– citado em “Webster’s II new Riverside desk quotations”, James Beasley Simpson – Houghton Mifflin, 1992, ISBN 0395620244, 9780395620243 – 420 páginas
  • “A mulher que pensa que é inteligente exige igualdade de direitos com os homens. Uma mulher que é realmente inteligente não.”
– The woman who thinks she is intelligent demands equal rights with men. A woman who is intelligent does not.

– citado em “Dictionary of Quotations” – Página 89, Connie Robertson – Wordsworth Editions, 1998, ISBN 185326489X, 9781853264894 – 669 páginas
  • “Que vida maravilhosa que eu tinha! Quem me dera que tivesse percebido isso mais cedo.”
– “Well, go and see what a wonderful life I’ve had”. … “I only wish I’d realised it sooner”

– citado em “Madame Colette: a provincial in Paris” – página 212, Margaret Crosland – P. Owen,1953 – 222 páginas
  • “Escrever só leva a escrever mais.”
– Writing only leads to more writing

– citado em “Creating Colette: From baroness to woman of letters, 1912-1954” – página 235, Claude Francis, Fernande Gontier – Steerforth Press, 1999,ISBN 1883642760, 9781883642761 – 298 páginas


Obras

  • Claudine à l’école (1900)
  • Claudine à Paris (1901)
  • Claudine en ménage (1902)
  • Claudine s’en va (1903)
  • Dialogues de Bêtes (1904)
  • La Retraite Sentimentale (1907)
  • Les Vrilles de la vigne (1908)
  • L’Ingénue libertine (1909)
  • La Vagabonde (1910)
  • L’Entrave(1913)
  • L’Envers du music hall (1913)
  • La Paix Chez les Bêtes (1916)
  • Les Heures longues (1917)
  • L’enfant et les sortilèges (1917, (libretto para a ópera deRavel)
  • Dans la foule (1918)
  • Mitsou ou Comment l’esprit vient aux filles (1919)
  • Chéri (1920)
  • La Chambre éclairée (1922, coletânea de textos publicados na imprensa, no fim da Primeira Guerra Mundial Guerre)
  • La Maison de Claudine (1922)
  • Le Blé en herbe (1923)
  • La Femme cachée (1924)
  • La Fin de Chéri (1926)
  • La Naissance du Jour (1928)
  • Sido (1929)
  • Le Pur et L’Impur (1932)
  • La Chatte (1933)
  • Duo (1934)
  • Splendeur des papillons (1936)
  • ‘Mes Apprentissages (1936)
  • Bella-Vista (1937)
  • La Jumelle noire (coletânea de críticas literárias e cinematográficas em quatro tomos  : tomo I (1934), tomo II (1935), tomo III (1937), tomo IV (1938))
  • Le Toutounier (1939, continuação de Duo)
  • Chambre d’hôtel (1940)
  • Journal à rebours (1941)
  • Julie de Carneilhan (1941)
  • Le Képi (1943)
  • Nudité (1943)
  • Paris de ma fenêtre (1944)
  • Gigi (1944)
  • L’Étoile Vesper (1946)
  • L’Étoile Vesper (1947)
  • Le Fanal Bleu (1949)
  • Paradis terrestre, com fotografia de Izis Bidermanas (1953)
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Escrito por Paul Sampaio

PAUL SAMPAIO CHEDIAK ALVES é professor, locutor, apresentador de rádio e TV, web designer e criador da REDE SAMPAIO.

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